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Vice do Grêmio muda versão, não vai afastar ninguém e fez reunião até a madrugada com Mancini

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Lucas Uebel/Grêmio

Resumo de uma entrevista que o vice Dênis Abrahão deu pra gente no Donos da Bola Rádio:

  • Quem não se enquadrar no modelo, tá fora. Não é o caso do Diego Souza. Acompanha diariamente os trabalhos, ele já emagreceu. Foi é muito prejudicado no jogo contra o Atlético-GO porque não meteram uma bola nele. A bola não entrou na área.
  • Jean Pyerre não foi tão contundente como foi contra o Juventude, mas não estava mal na partida. Contra o Ju, deu carrinho e cabeceou. Ontem, saiu por opção do técnico.
  • Se alguém não participar do estilo de gestão, vai bailar. Mas ele convive o dia a dia e até agora não tem ninguém fora. O time foi brigador. Desandou um pouco no segundo tempo, mas criou duas oportunidades, mesmo com 10 homens.
  • Não é gestor de olhar, não gostou e mandar. Isso não existe mais no futebol. O que existe é parceria, doação, compartilhar conhecimento.
  • Não passa por fritura. Se sente tranquilo, tem total liderança no grupo. Não vai cortar nada. Ele é de aglutinar, trabalhar grupo, fazer gestão de pessoas. Não vai cortar se não pode botar ninguém, só poderia colocar da base. Então, não vai tirar ninguém.
  • Contou que, após o jogo, ainda em Goiânia, ficou em reunião com o Mancini até às 2h. Conversaram de tudo, não quis usar a expressão cobrança, disse que fizeram uma troca, ele falou e o treinador também. Se tiver que cobrar, vai cobrar. Só que o termo é muito forte pro momento.
  • Não ficou preocupado com a entrevista onde o Rafinha falou que ficava mais tranquilo por ter jogadores mais experientes em campo. Ele explicou que ao falar cascudos, não era por idade, era por experiência. O time do Grêmio é um time rodado.
  • O aproveitamento desde que chegou é de 50%. Se mantiver esse aproveitamento, estará fora da zona.
  • Grêmio errou na finalização. Não fez a jogada mortal. Era pra terminar 3 x 0 no primeiro tempo. Não foi feliz nas finalizações. Talvez isso tenha que ser treinado. É um ponto fraco.
  • Se retratou explicando que não quis prometer nove vitórias em 13 partidas. O que ele promete é que o Grêmio vai pontuar em 9 jogos das partidas que restam.
  • O prêmio para permanecer na primeira divisão não é de R$ 10 milhões, como foi noticiado. É muito menos. Menos da metade disso. Não falou a quantia no ar, apenas revelou que foi o presidente e o CEO que acertaram isso. (a informação dos R$ 10 milhões saiu na coluna do Hiltor Mombach, no Correio do Povo).
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