Grêmio
O azar que o Grêmio teve na temporada, o erro encontrado, a conversa com o Kike e a chegada dos influencers
Resumo do que disse o Mano em entrevista pro Jeremias Wernek:
- Ainda não conseguiram colocar os jogadores que chegaram para jogar juntos muitas vezes. Quando conseguiram, no Gre-Nal, Atlético-MG e Flamengo, a equipe respondeu bem. Precisam repetir mais vezes jogos com essa qualidade conseguindo colocar estes jogadores.
- As próximas rodadas vão dizer onde o Grêmio pode chegar, se Sul-Americana, Libertadores e ou só brigar pra estar na Série A. Tá tudo muito próximo no meio de tabela.
- Futebol é muito caprichoso. Até o final do jogo em Santos, estavam com a quinta melhor campanha do returno. É tudo pra lá e pra cá na mesma toada.
- Tiveram uma temporada de azar. Com lesões meio absurdas. Duas lesões de ombro, de ligamento, duas fraturas e até trombose e tendão de aquiles, que é raro. Jogadas que nem violentas foram. Brincou que uma oração e uma benzida poderiam ter acontecido.
- Sabe que fizeram poucos gols nessa temporada e vem fazendo poucos gols há duas temporadas. Com a saída do Suárez, fez menos gols, de um modo geral. Quando fizeram as avaliações, viram que precisavam de jogadores que ajudariam a construir um jogo mais qualificado e também jogadores que fizessem gols.
- Como treinador, pensa que o Grêmio precisa melhorar sua construção final do jogo. O jogo era muito corrido, com extremas, com muita bola de transição (contra-ataque). Sofreram nesse aspecto. Estão tentando resolver as questões. Perderam o Willian e estão revendo como levar a bola em condições melhores pro ataque.
- Não vai tratar os assuntos do Kike na imprensa. É tudo internamente. Não expõe o jogador e não gosta que os problemas sejam expostos pelos jogadores na imprensa também. O Kike sabe disso. As regras são claras pra todos. Kike é o quarto ou quinto jogador que mais teve minutos em campo. Se saiu do time, é porque algo aconteceu e a prioridade sempre vai ser a equipe.
- Futebol mudou muito com a chegada dos influencers. É uma categoria nova, de alguém que, na maioria das vezes, nunca jogou bola, nunca estudou e dá uma opinião definitiva de alguém que está há 20, 30 ou 40 anos trabalhando e estudando no futebol. Isso faz com que os treinadores não consigam construir trabalhos a longo prazo. Estamos em outubro e “ninguém serve”. O Palmeiras perdeu na Libertadores e o Abel tinha acabado o ciclo pra alguns. Agora, é o líder do Brasileirão…
- O lhe move é o amor pelo futebol. Porque não tem sentido estar todos os dias, se não gostar muito. Futebol cobra um preço na mesma proporção do que lhe dá de dinheiro e reconhecimento profissional. Ele cobra, inclusive, na saúde.
- Ainda não sabe onde estará em 2026.
https://youtu.be/lD2KiNKgTJU
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