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Presidente explicou porque Miguel Ramírez vai seguir no Internacional

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Resumo da coletiva do presidente Alessandro Barcellos após o Gauchão:

  • A direção em menos de 90 dias, disputou dois títulos. Agora, o processo está sendo permanentemente melhorado em busca de títulos.
  • O projeto não é do Miguel, é do Internacional. Miguel foi contratado pra executar uma mudança na forma de jogar, pra conseguir uma melhor ocupação de espaços em campo para que o time seja protagonista, que saia do modelo reativo e não jogue por uma bola.
  • Acha que a expulsão do Yuri foi injusta e atrapalhou a mecânica de jogo do time que vinha tendo superioridade.
  • Quem vive o dia a dia do clube tem acompanhado a reação do grupo em relação ao novo trabalho, estão vendo a relação melhorar, a interação melhorar. Isso é um sinal positivo que as coisas estão avançando.
  • Hoje, o time jogou com um esquema diferente. Pra quem diz que o time não tem repertório, ele começou diferente e mudou durante o jogo quando ficou com dez homens.
  • Sobre reforços, está atento ao mercado, mas todos sabem da situação financeira difícil. Não vai repetir erros do passado. Não vai repetir a receita de buscar ganhar a qualquer custo e, após não conseguir resultados, a conta fica para o clube ali na frente. Quer ganhar, mas vai ganhar com sustentabilidade e critério.
  • Todo mundo sabe das dificuldades financeiras que o clube vive. A direção encontrou uma condição financeira que não permite fazer investimentos a rodo, como já foi feita no clube na tentativa de acertar alguma coisa. A prioridade é garantir o pagamento do que já tem pra pagar com o grupo atual.
  • Esse grupo foi vice-campeão Brasileiro e tem muito a entregar ainda. Tem muita gente boa surgindo e chegando da base, que tá numa semifinal de Copa do Brasil.
  • O Internacional precisa mudar a cultura na relação com os empresários e na relação com a imprensa, não todos, mas alguns. Isso faz parte de um processo de transformação. A responsabilidade é da direção e eles irão mudar isso.
  • Acha que é injusto falar de Dourado e Edenilson porque eles se entregaram muito e foram heróis dentro de campo, são peças fundamentais na engrenagem do time. Estão crescendo de produção agora, sempre se adaptaram e sempre foram titulares. É exagerada a forma que eles estão sendo tratados.
  • Não teve tempo para fazer transição, estão mudando o modelo de jogo, jogando. Só que ele buscou essa mudança porque tem convicção que ela a médio e longo prazo é fundamental para o Internacional. Falou estão melhorando e construindo algo novo pro futuro.
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