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Grêmio

Os caras se superaram neste Gre-Nal

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Ricardo Duarte/Internacional
  • A bola deveria entrar na justiça contra os jogadores neste Gre-Nal. Ela foi maltratada. Os dois times jogaram pouco. Na real, atuações do nível que vinham tendo até então. o jogo foi tão ruim que me nego a fazer dois posts, como normalmente faço, analisando individualmente cada time. Não dá. Ambos foram mal.
  • Vou começar avaliando o Inter só porque foi o mandante. Pezzolano não tinha Matheus Bahia e teve que colocar Bernabei na lateral. Com isso, colocou uma linha de quatro defensores. Só que eu quero destacar o Alan Patrick. Ele ficou perdido em campo. Não sabia se era meia ou atacante.  Ficava confuso se ele fechava em um tripé de meio ou ia para o ataque.
  • Isso também tá prejudicando o Carbonero. Até aqui, o Carbonero sempre tinha sido ponta. Atualmente, é um hibrido entre ponta na esquerda e um segundo atacante. 
  • É verdade que, em outros jogos, a estratégia do Pezzolano funcionou. Dessa vez, não deu tão certo.
  • Se bem que tem o fator Borre. O Borré foi elogiado porque trouxe um preparador físico argentino para fazer trabalhos em turno inverso. Também descobrimos que ele tem um analista de desempenho particular que lhe orienta. Pois bem, tudo isso pra chegar na cara do Weverton e chutar em cima dele. Talvez, o cara que mais comprometeu em termos de resultado.
  • Quer dizer, o Alerrandro também. Ele cabeceou uma bola em cima do Weverton. Erro que custaram uma vitória, mesmo sem jogar tão bem.
  • Félix Torres foi bem demais. Segue na batida de boas atuações. Coincidência ou não, desde que o Villagra entrou, o cara performa. 
  • Dito isso, um resumo do que foi o Inter é que eles não souberam jogar os minutos que teve com um jogador a mais. Pelo contrário, sofreu até contra-ataque a ponto do Bernabei ter que fazer falta pra parar o lance e tomar amarelo.

Lucas Uebel/Grêmio

  • No Grêmio, o melhor foi Weverton. Ele fez a grande defesa da partida. Isso resume muito da atuação gremista.
  • Luís Castro prometeu que iria avaliar produndamente o elenco, indicou que faria modificações e tal. Nada disso. Foi o mesmo time que estamos acostumados a ver. Eu fiquei bem surpreso quando soube. Afinal, esperava alguma reação depois do que foi dito.
  • Olha, no máximo a alteração de ter Noriega (que ficou entre os zagueiros), Nardoni e Arthur, jogando no tripé de meio-campistas pela primeira vez. No máximo uma movimentação do Tetê e do Amuzu entrando mais por dentro quando os laterais subiam. Nada de muito diferente do que vinha sendo feito. Pra quem imaginava algo impactante, foi frustrante.
  • Nem vou avaliar que o Grêmio tem um gol em nove partidas. A questão é que não tem performance. O time não joga bem. Não joga. Eu posso citar aqui que o Tetê não foi bem e ai a culpa é do jogador, mas a real é que não tem ninguém jogando muita bola. Então, recai sobre o técnico a história.
  • E ainda pra falar do Castro, ele trocou sempre seis por meia dúzia. Braith por Caio Vinícius, Caio Paulista por Pedrinho, Enamorado por Tetê e até o Amuzu (que não foi nada bem, assim como todo mundo) pelo Mec. 
  • Se fosse pra elogiar alguém, o Viery fazia um grande jogo, mas foi (bem) expulso e acabou prejudicando a avaliação. Colocou tudo em risco porque perdeu a cabeça, foi guri, bateu no jogador rival sem sentido.
  • O resumo é que foi outro jogo bem ruim do Grêmio. Dá pra dizer que passam batido pelo clássico, mas se analisarmos bola, não tem como elogiar.
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