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O preço que o Inter terá que pagar para ter Cuéllar jogando no Beira-Rio

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A direção do Inter não esqueceu do Cuéllar. Porém, tá esbarrando no preço dele. Nos últimos dias, dirigentes colorados conseguiram contato com o cara que comanda o Al-Hilal e ouviram que, como passou o Mundial, os caras aceitam conversar sobre uma negociação.

O problema? O preço. Eu admito que ouvi duas versões sobre o preço pedido por eles. Uma deu conta que foi 4 milhões de dólares (R$ 20 milhões) e a outra que seria 5 milhões de dólares (R$ 25 milhões). De qualquer forma, são quantias inviáveis. O Internacional não tem como bancar tais valores por um primeiro volante. E, pelo que sei, a situação é igual ao Michael no Grêmio. Ou paga o que os xeiques querem ou não tem conversa.

Hoje, Cuéllar tá bem complicado. Não tem otimismo neste negócio. Ah, e como o prazo para inscrever no Gauchão termina no final de semana, dá pra apostar que qualquer negócio ficaria para o meio do ano.

O cara que comanda o Al-Hilal – Divulgação

Dito isso, precisamos atentar para o número de jogadores estrangeiros no elenco. Até agora, tem quatro confirmados e mais dois chegando.

Bustos, Mercado, De Pena e Aránguiz são confirmados. Nico Hernández e Enner Valencia estão acertados. Ou seja, tem seis vagas. Resta apenas mais uma, dentro dos sete que agora são permitidos pela CBF.

Eu tenho a confirmação que a direção fez proposta pelo Richard Ríos, do Guarani. A proposta até foi recusada, mas se estão fazendo oferta pelo volante colombiano, é um indicativo que tá complicado com Cuéllar e tão vendo outra opção. Enfim, não fechou, é só uma pista, nada mais.

Talvez o mais concreto que temos é que a direção ainda procura um volante para meio que “fechar” esta leva de contratações. Resta saber quem vai ser e se esse cara chega agora ou só na metade do ano, na virada do turno do Brasileirão.

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