Inter
O grande zagueiro sonhado, o “problema” do Rochet, a nova do Sonda e do patrocinador rompido
- Começando pelo zagueiro: é Diego Carlos. A direção tentou despistar quando o assunto veio à tona, mas a informação é clara: é ele o nome que agrada. O defensor pertence ao Fenerbahçe e está emprestado ao Como, onde vem sendo utilizado na Serie A italiana — não é titular absoluto, mas participa bastante.
- O problema é triplo. Primeiro: a janela fecha nos próximos dias, o que encurta qualquer negociação. Segundo: dificilmente o Como libera agora, já que utiliza o jogador. Terceiro — e mais pesado — o salário. Estamos falando de um vencimento acima de 1 milhão de reais mensais. Para o Inter, que não tem bala na agulha neste momento, é difícil compor.
- Por isso, internamente já se admite: se vier, é mais provável na metade do ano. Aí termina o empréstimo na Itália, ele volta ao Fenerbahçe e o Inter poderia tentar um novo empréstimo direto com os turcos, simplificando uma das pontas da operação e focando na engenharia salarial.
- O perfil buscado é claro: jogador entre 20 e 31, 32 anos, no auge físico ou perto dele, que tenha mercado, mas esteja em baixa momentânea. Não é perfil “galáctico” e também não é aposta veterana como Alexis Sánchez, que foi descartado internamente. A ideia é recuperar atleta competitivo, não fazer contratação midiática.
- Mudando para o gol: Sergio Rochet falhou na última partida e isso é reconhecido internamente. O Inter sabe que ele é goleiro de escola uruguaia: extremamente competitivo, sanguíneo, entrega física máxima, mas não é o mais técnico na execução dos movimentos.
- Mesmo com falhas recentes, ele está bancado. E por quê? Porque o reserva imediato, Anthoni, apesar de ser considerado tecnicamente mais refinado, já sentiu a pressão em momentos anteriores. Com clássicos e jogos decisivos pela frente, a comissão entende que Rochet oferece mais segurança emocional e experiência para o momento.
- Fora de campo, a situação com Delcir Sonda segue pesada. Ele cobra cerca de 34 milhões de reais do clube. Parte da dívida envolve valores ligados à contratação de D’Alessandro lá em 2008, quando Sonda bancou sozinho cerca de 7 milhões de dólares. Há também empréstimos feitos ao clube que nunca foram quitados e que, com juros e correção, inflaram o montante.
- O Inter contesta os valores, considera os juros elevados e vai recorrer judicialmente. Internamente existe também leitura política da situação. Do outro lado, pessoas ligadas a Sonda alegam mágoa por falta de diálogo e reconhecimento nos últimos anos. Cada lado sustenta sua versão, e o impasse segue.
- Para fechar: a novela com a Alfa. O Inter ainda não tem acordo fechado para rescisão do patrocínio master. Há valores atrasados — na casa de 12 milhões — e multa contratual que pode ultrapassar 50 milhões. O clube tenta negociar, mas até agora nada concluído. Enquanto isso, o Inter joga sem patrocinador master e deixa de arrecadar algo em torno de 4 milhões por mês. Janeiro, fevereiro e março representam um impacto direto no caixa.
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