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Novidades do pacote que o Inter fez no Grupo City e as saídas que devem acontecer
- O Internacional fechou um pacote de reforços junto ao Bahia e o primeiro nome é o atacante Kayky, 22 anos. Revelado pelo Fluminense e lançado no profissional ainda muito jovem, ele vinha de um título brasileiro sub-17 e de uma geração considerada especial na base tricolor. Ao lado de Metinho, foi vendido ao Grupo City em uma negociação que previa 10 milhões de euros fixos e mais 11 milhões em metas. Na época, observadores ligados ao projeto do City chegaram a colocar Kayky como um dos maiores talentos sul-americanos da geração.
- A carreira, porém, não seguiu a curva esperada. Em 2023, já no Bahia, Kayky sofreu lesão ligamentar grave no joelho e ficou mais de um ano parado. Voltou a atuar, mas sem sequência. Nos bastidores do clube baiano existem versões diferentes: uma aponta desgaste com Rogério Ceni; outra diz que o jogador simplesmente não conseguiu recuperar o nível físico e técnico. O fato é que o Bahia liberou a saída e o Inter aproveitou a oportunidade. A chegada de Kayky praticamente descarta a tentativa por Bruno Rodrigues, do Palmeiras, cujo custo salarial, na casa de R$ 700 mil a R$ 1 milhão, inviabilizou o negócio.
- O segundo nome do pacote é o lateral-esquerdo Matheus Bahia. Internamente, ele é visto como um jogador de vocação ofensiva, com características que lembram Bernabei pela intensidade no apoio. A diferença está na forma de atacar: enquanto Bernabei busca a linha de fundo, Matheus costuma trazer a bola para dentro e construir jogadas pelo corredor central, abrindo variações táticas. O ponto de atenção é defensivo. Pessoas que trabalharam com o atleta relatam que ele ainda precisa evoluir na marcação. O Ceará gostaria de mantê-lo, mas o salário de aproximadamente R$ 300 mil impediu a permanência.
- No elenco atual, outra situação monitorada é a do volante Villagra. Contratado com expectativa de titularidade, ele ainda não assumiu protagonismo porque enfrenta questões físicas. O entendimento interno é que o jogador depende muito da intensidade e não conseguiu fazer pré-temporada adequada antes de chegar. Enquanto isso, Ronaldo e Paulinho surpreenderam positivamente a comissão técnica. A avaliação no clube é que a ascensão de Villagra é questão de tempo e condicionamento.
- Mesmo com as chegadas, o mercado do Inter não está fechado. A prioridade da direção segue sendo a contratação de um zagueiro, de preferência que atue pelo lado esquerdo. Vários nomes oferecidos foram negados, e o clube trabalha em sigilo. Existe também a busca por um meio-campista, mas em segundo plano. A tendência é que a diretoria avance primeiro na defesa antes de qualquer outro movimento.
- Para equilibrar o elenco, o Inter colocou três jogadores oficialmente no mercado: o lateral-direito Alan Benítez, o zagueiro Clayton Sampaio e o volante Richard. Qualquer proposta considerada adequada será aceita. Outras saídas podem acontecer dependendo de ofertas, mas esses três nomes são prioridade para negociação. O cenário envolve também a limitação de estrangeiros no grupo, o que influencia diretamente as escolhas de mercado. Hoje o clube trabalha no limite e, por isso, a preferência é contratar brasileiros, a menos que apareça uma oportunidade muito acima da média.
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