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Fabinho detalha reconstrução, política interna, mercado e postura do Inter após o Gre-Nal

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  • Após a vitória no Gre-Nal, o diretor executivo Fabinho Soldado afirmou que o Internacional vive um processo de reconstrução após a temporada passada, classificada internamente como um ano muito difícil.
  • Segundo o dirigente, o clube considera encerrado o ciclo de 2025 e trabalha a partir de agora com foco exclusivo no planejamento para 2026.
  • Fabinho afirmou que a direção optou por virar a página em relação ao que não funcionou no ano anterior e concentrar esforços no trabalho atual. De acordo com o dirigente, a vitória no clássico não altera o planejamento, mas reforça a convicção no caminho escolhido.
  • O dirigente explicou que o clube não trabalha, neste momento, com metas públicas de títulos.
  • A mensagem ao torcedor tem sido clara desde o início do trabalho: comprometimento, entrega e competitividade em cada jogo, sem promessas antecipadas de conquistas.
  • A prioridade do clube é a reconstrução do elenco e a recuperação de jogadores que atravessaram um período negativo na temporada passada. Segundo ele, existe confiança no grupo atual, que começou a dar respostas positivas dentro de campo desde a chegada da nova comissão técnica.
  • O dirigente destacou que houve alinhamento entre todos os departamentos do clube. Fabinho citou futebol, marketing, financeiro, desempenho, saúde e estrutura do centro de treinamento como áreas envolvidas no processo. Segundo ele, todos passaram a trabalhar com a mesma visão e com maior nível de cobrança interna.
  • As dificuldades financeiras exigem criatividade e eficiência maiores do que as dos concorrentes. O dirigente afirmou que o clube tem buscado soluções estruturais e melhorias pontuais no centro de treinamento, algumas já implementadas, para dar melhores condições de trabalho ao elenco e à comissão técnica.
  • Sobre o mercado, Fabinho afirmou que os reforços estão sendo contratados dentro das possibilidades financeiras do Internacional. O dirigente citou a chegada de jogadores que se somam ao elenco já existente e afirmou que o clube segue atento ao mercado, com conversas em andamento e análise constante de oportunidades, sem expectativa de grandes investimentos ou contratações de impacto.
  • Fabinho afirmou que o clube não trabalha com a lógica de grandes contratações e que o grupo, somado ao ambiente interno, será o principal ativo da temporada. Segundo ele, a estratégia é fortalecer o coletivo e entregar desempenho em campo.
  • O dirigente comentou a contratação do técnico Paulo Pezzolano, afirmando que se trata de uma escolha estratégica. O treinador foi contratado a partir de critérios técnicos e pela capacidade de desenvolver o trabalho diário com os jogadores, transformando ideias em prática por meio de treinamentos, vídeos e conversas.
  • Fabinho destacou que o clube busca oferecer tranquilidade à comissão técnica, organizando a estrutura interna para permitir que o treinador execute seu trabalho. Segundo ele, Pezzolano tem mostrado capacidade de adaptação ao momento do clube, inclusive com a utilização de jogadores da base.
  • O diretor-executivo também mencionou a presença do presidente Abel Braga no ambiente do futebol, afirmando que a experiência e a história do dirigente contribuem para o trabalho diário e para a formação de um ambiente mais sólido.
  • Em relação à arbitragem, Fabinho afirmou que o Internacional não busca favorecimento, mas também não aceita ser prejudicado. Segundo o dirigente, o clube mantém uma relação institucional aberta, mas exige respeito, especialmente em relação aos seus profissionais. Fabinho afirmou que decisões externas não podem desconsiderar o desempenho da equipe dentro de campo.

Setorista da dupla Gre-Nal. Torcedor do Tottenham e do Real Madrid. Fã de futebol inglês.

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