Inter
Destaques da entrevista de D’Alessandro
- Damião é o jogador mais importante do esquema. Ele voltou diferente, com a cabeça limpa, buscando ajudar.
- A mudança positiva com Damião é que a bola vai pro ataque e não volta. Ele segura ela lá, ganha campo, cava faltas.
- Sobre as críticas, a análise é que existe muita loucura. O Inter é líder da Série B e “é ruim”.
- “Se vocês me falassem que eu ia chegar nas últimas quatro rodadas em primeiro, eu assinava, lá no começo. Depois pode entrar na discussão de jogamos bem, mal, se o torcedor saí chateado porque o time não mostra um bom futebol. Isso faz parte e a gente entende o torcedor”.
- Falou que entendeu as vaias contra o CRB. Tinha que ter ganho porque já vinha de uma derrota em casa pro Ceará.
- Na sua visão a obrigação do Inter não é ganhar, é jogar bem. Jogando bem, está mais perto de ganhar. Obrigação é mostrar bom futebol, depois vem a vitória.”
- “Nosso time não falta raça, não falta vontade, não falta jogar, marcar.”
- Sobre a declaração de Guto que ele não leva gols, disse que pode ter soado mal para a imprensa, mas isso ficou no vestiário, blindado e fechado entre os jogadores.
- Nunca quis desrespeitar o torcedor, respeitou ele em quase 10 anos no clube. Não foi a primeira vez que ele se manifestou com a torcida e em outras vezes eles trocaram as vaias por aplausos. Os colorados sabem que ele defendeu o grupo. Mas os jogadores tiveram que baixar a cabeça e aceitar sair vaiados contra o CRB.
- O time demorou um pouquinho a entender a Série B, mas quando fez isso, engrenou.
- O desespero pelo resultado te leva a se desorganizar. Isso te leva a tomar um gol, cedendo alguns contra-ataques. E os jogadores é que precisam assumir essa responsabilidades.
- Tem muitos jogadores experientes e tem situações que não podem acontecer. Na fase que o time tá, não pode tomar gol de bola parada.
- Acredita que o América-MG tem um calendário muito mais difícil. Figueirense, Juventude, Londrina e CRB.
- Comemorou que, sábado, vai fazer o jogo número 50 na temporada.
- Sobre reforços: “Eu não quero pensar no ano que vem, mas posso dar uma opinião, nós precisamos. Como não precisamos? Sempre que vier algum jogador, com qualidade pra acrescentar no nosso time, sempre vai ser bom. E isso não quer dizer que vai tirar o lugar de quem está ai.”
- “Os caras que estão hoje, se Deus quiser, ninguém vai lembrar se errou ou não errou, se marcou ou não marcou numa bola parada. Vamos estar numa plaquinha aí no clube, como o grupo que subiu nosso time. Isso que tem que ser motivo de orgulho e de honra.”
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