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Entenda o que a direção do Inter faz em casos como o do zagueiro Ernando

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Ricardo Duarte/Inter

A direção colorada confirma que finalizou a rescisão contratual do zagueiro Ernando.

Ele tinha contrato até o final de 2019 aqui, mas não ia jogar por tudo que envolve o seu nome.

Então, a melhor saída foi chamar o jogador e seu empresário, o ex-jogador do Goiás, Roni, e propor uma saída.

Ernando ganharia mais de R$ 300 mil mensais em seu último ano de contrato aqui. Isso dá, somando tudo, dá mais de R$ 4 milhões nesta temporada de “despedida”.

Mesmo que possa ter aberto mão de uma parte, afinal ficará livre jogar e ganhar em outro lugar, não dá para imaginar que ele rasgou dinheiro.

O que acontece nestes casos é um alongamento da dívida. Por exemplo, ele recebendo R$ 100 mil pelos próximos dois anos, por exemplo.

Confesso que não tenho a confirmação se é este o acordo, dei apenas um exemplo para entender o que é feito nestas situações.

Foi assim com Bob, Anderson, Seijas e outros. O jogador abre mão de uma fatia, o clube alonga a dívida para aliviar o fluxo mensal de pagamentos e o cara segue a vida dele em outro lugar.

Rodrigo Caetano é um que defende que ninguém tem que ficar treinando em separado. Ele acha isso ruim para todos os lados, o do clube e do profissional.

Após ser afastado em um primeiro momento, Ernando fez a última temporada pelo Sport e agora tem boas chances de seguir para o Bahia.

O Fortaleza também demonstrou interesse nele, mas bateu em retirada após ver que o destino dele deve ser a capital baiana.

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