Inter
D’Alessandro falou na zona mista do Beira-Rio. Aqui o que ele disse:
Resumo da coletiva do D’Alessandro:
“Antes que vocês me perguntem, o time tem uma maneira de jogar e, na semana que vem, vai voltar o Patrick porque acho que o time conseguiu fazer uma campanha muito boa com essa base de três volantes. Hoje, a gente mudou um pouquinho pelas minhas características que são diferentes um pouquinho, mas o time encaixou muito bem com ele ali no meio. Eu poderia entrar pela direita, pela esquerda. Eu estou à disposição do treinador. Ele sabe. Importante é estar preparado e se preparar para quando aparecer a oportunidade e ajudar o time. Depois, entrou o Camilo, deu um folego para o nosso time. O Rossi entrou muito bem. O Fabiano tem entrado muito bem nos jogos. Valorizar nosso grupo, que é nossa base.”
Sobre a comemoração do gol imitando um velhinho: “Quando as pessoas falam sem saber, é difícil. E depois de tanto tempo aqui no sul continuam falando e duvidando do meu carácter. Podem falar que eu jogo mal, bem, como falaram que, estavam pedindo a minha saída do time, né? E agora na semana passada estavam pedindo para eu entrar. Mas isso a gente tem que buscar um equilíbrio. Eu tento, pelo menos. E tirar as criticas construtivas, as que valem a pena. E isso do velhinho é verdade. Eu tenho um colega que me chama de velhinho, né? Mas eu fico feliz. É uma outra fase da minha carreira, outra fase da minha vida e o importante é que é uma brincadeira sadia, legal, que é boa. Depois, volto a repetir, a gente procura ter um equilíbrio entre as criticas boas e ruins. Se não o atleta entra neste dia a dia e surta.”
Entregar a braçadeira de capitão ao Dourado: “Intimidade do vestiário, vocês sabem que eu não externo muito as coisas. Não que eu vou falar do Papito, mas se ele externou é porque ele acha que vai fazer bem ao grupo. Eu, quando faço alguma coisa, não gosto de falar. Acho que era o normal que eu tinha que fazer. Manter a faixa com o Rodrigo. Cara que é do clube, passou por varias etapas aqui dentro. Que merece a minha força, meu respeito., A gente concentra junto. A gente se dá muito bem, tem uma amizade. Eu acho que poderia fazer era deixar a faixa com ele, que foi capitão durante quase todo o campeonato. Cara que está em um nível muito bom, nível muito alto, se mantendo, sendo quase o equilíbrio do nosso time, junto com os dois volantes. Acho que ele merecia. Não fiz mais do que respeitar o momento dele.”
Provocação do Vitória: “Eu estava com saudade disso já. O cara quando está no banco, olha de fora. Fica lá. A gente não pode externar tudo que fala lá dentro. Temos que ter o respeito pelo adversário. E temos que ter, não quebrar os códigos nossos de atletas. Os códigos antigos que a gente tinha. Se a gente começar a externar tudo que fala lá dentro, a torcida vai se matar lá fora. Então, eu sempre fui igual. Procuro não externar o que falo lá, nunca externei. E lá vale tudo. A gente se dá a mão quando acaba o jogo e segue tranquilamente.”
Principal adversário: “O Inter. Acho que o principal adversário somos nós, se a gente não fizer nossa parte. No momento que a gente tá no campeonato, na reta final. Temos que ser conscientes que temos que fazer nossa parte. Não adianta torcer para eles não perderem se a gente não pontuar. Temos o exemplo contra a Chapecoense, onde o ponto era muito importante e não pontuamos.”
Ele bater o pênalti desta vez após não bater contra a Chape: “Contra a Chapecoense, ele pediu o pênalti e ele tem que bater. Cara que tem uma história aqui no clube, cara que bate pênalti. E não poderia deixar de outra maneira. Temos um respeito muito grande, uma amizade também. Ele estava convicto, foi e bateu. Obviamente, se estava o Nico no campo, de repente, batia o Nico, que tinha saído. Hoje, não estava Nico, não estava Damião. Eu não poderia deixar para outro, né. Hoje era para eu pegar a bola. Estava o Camilo, o Fabiano que bate pênalti, mas eu tinha vontade de bater. Erra quem bate. Isso ai a gente tem mérito quando faz e também, quando erra, o goleiro tem mérito. Isso ai faz parte.”
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