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Coudet e Cuesta precisam pagar a conta da derrota do Inter para o Fluminense

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Ricardo Duarte/Inter
  • Pra mim, a derrota tá na conta do Eduardo Coudet. O estilo de jogo dele de achar que é mais importante o zagueiro sair jogando do que defender, não me agrada. Sem o Bruno Fuchs, vendido, não consigo entender como o Moledo não jogou. Colocar o Zé Gabriel, que era volante, porque ele sai jogando melhor, não dá pra entender. Resultado? O cara fez um pênalti de guri.
  • Outra, coloco na conta do Coudet também as trocas com pouco ou quase nenhum efeito. O Pottker não pode mais ser a primeira opção, todo mundo já viu isso. Mas ele mete o Pottker de imediado, como primeira opção, e só depois, quando leva a virada, vai tentar o Peglow. Eu não sei se o Peglow é a solução, mas é um fato que o Pottker não é. Fora isso, a troca inovadora é tirar Lindoso e meter Musto.
  • O segundo responsável por esse derrota se chama Victor Cuesta. Ele foi comprometedor. Fez um pênalti de jogador juvenil peitando o cara do Fluminense. Lance de várzea, como poucas vezes se observa no futebol profissional. Cuesta é brilhante por baixo e abaixo da crítica pelo alto. Tá falhando demais.
  • Coudet meteu Boschilia pelo centro e Edenilson pela direita. Resultado? Perdeu o meio porque ficou sem a dinâmica do Edenilson e, por óbvio, não tem um ponta direita. O Edenilson não é ponta. Qualquer pessoa sabe disso. Ele vai jogar bem em algum momento, mas não é a sua função.
  • Moisés estava fazendo uma partida normal, até errar no gol anulado do Fluminense. E só foi anulado porque bateu, sem querer, na mão do jogador do Fluminense. Foi bem anulado, é a regra, mas é a sorte, também não tem como negar. Moisés é o tipo cara que vai te deixar na mão.

Zé Gabriel foi o substituto do Bruno Fuchs, vendido pro CSKA – Ricardo Duarte/Inter

  • Guerrero mais uma vez foi o salvador. Ou pelo menos tentou ser o salvador do time. Fez gol de centroavante e brigou no ataque. Não tem culpa de nada.
  • Thiago Galhardo também fez a sua. Não há como criticá-lo. Foi ok. Nada demais.
  • E eu insisto com o Patrick. Não dá pra tirar o cara mais do time. É o único que dribla, que limpa o marcador, que faz jogadas pra desorganizar a marcação do time adversário.
  • Problema é que paramos por aí nos destaques!

Guerrero tem três jogos e três gol no Brasileirão – Ricardo Duarte/Inter

 

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