Inter
As revelações do Abelão para a imprensa depois de salvar o Inter
Resumo do que disse Abel após a permanência do Inter na Série A:
- Abel lembrou até da Renata Fan, uma das maiores coloradas que ele conhece.
- Sempre acreditou porque via que dava pra escapar.
- Pouco se falou que o Rochet jogou quatro jogos sem ter condições de jogar. Isso é uma atitude de bravura.
- Via várias pessoas querendo fazer qualquer coisa para saírem dessa situação.
- A salvação tem muito da família Diáz. Colocou o time do seu jeito, mas era o time que vinha jogando com eles.
- Em São Paulo, voltando para o aeroporto depois da derrota em Santos, disse para os jogadores que não teria treinamento. Era pra ir pra casa, sorrir para as esposas e acalmar. Em momento algum, brigou com os jogadores ou fez cara feia.
- O vestiário não é ruim. Ele estava pesado. A confiança estava longe. O que foi falado sobre vestiário é mentira.
- Nem no título mundial viu tanta lágrima dos jogadores. Isso prova que todos queriam.
- Esse momento foi muito mais importante pra ele do que o Mundial. Lá, o Inter não era favorito e é se fosse vice, se achariam o segundo melhor time do mundo. Hoje, viu as pessoas sofrendo até ameaças estavam sofrendo no clube.
- O legado que fica é que o Internacional não pode nem pensar em passar por isso novamente.
- Não sabe o que vai acontecer no futuro. Só sabe que hoje vai tomar um vinho caro. Não abdica de um bom vinho e de uma carne gaúcha. Já teve dois churrascos em Porto Alegre. Em um deles comeu uma carne muito boa. Disseram que a picanha era bem cara, inclusive.
- Acha fantástico trabalhar como técnico em um jogo, mas pra ele deu. Tomou dois calmantes antes da partida. Sabia que, se desse errado, iria sentir tal qual o torcedor. Acha que Deus lhe colocou para definitivamente encerrar sua carreira como treinador aqui no Inter.
- Sobre estátua, não é com ele (que define isso). Mas gostou muito da homenagem que recebeu de ter o nome do campo do CT do Fluminense. Acha que homenagem em vida é legal, não fica pros netos e bisnetos as homenagens (deixou a entender que gostaria dessa homenagem).
- Lembrou que quase jogou no Inter. Só não veio porque o então dirigente Arthur Dallegrave ligou um dia depois dele ter assinado com o PSG.
- Garantiu que não tem nada contra o presidente Barcellos. Só não veio para cá no ano passado porque não podia, sua neta recém tinha nascido.
- Acha que tem uma sinergia com o Inter. Ta sempre nos momentos importantes do clube. Lembrou do Gre-Nal do século, que entrou no vestiário louco pela atuação até o intervalo e mais louco ainda no final do jogo, pela virada.
- Sobre o que precisa melhorar, foi na linha que tem que jogar com o espírito dos times do Sul. Lembrou que seu time de 2006 não era brilhante. Não tinha nenhum jogador fora de série. Ele tinha um coletivo e uma determinação incrível. No Fluminense, em 2012, foi mole, pelos jogadores que tinham lá. Aqui no Inter, tem que ter o perfil de aguerrido.
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