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A avaliação do presidente sobre o futebol praticado pelo Inter do Miguel

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Ricardo Duarte/Inter

  • É óbvio que todos se cobram, sabem que o time ainda está longe do ideal e precisa ter mais velocidade. Só que a direção tem total convicção que isso faz parte do processo de mudança no modelo de jogo.
  • Modelo de jogo que era um pedido do torcedor, que não aguentava mais jogar retrancado, no modelo reativo, e queria um time que ia propor o jogo.
  • O pensamento é evoluir o Internacional de patamar ao longo dos três anos. Se for rápido, claro que é melhor, mas a direção sabe que não é um processo de curto prazo. A gestão tem três anos para melhorar o patamar do clube.
  • Pra quem não acompanha o dia a dia, a evolução não parece tão clara. Só que a direção tá vendo como os jogadores estão compreendendo o que o Miguel quer e colocando em prática.
  • Citou que os jogadores estão entendendo que, em resumo, precisam se deslocar pra receber a bola no ataque e não voltar lá atrás para buscar jogo. É uma das principais mudanças.
  • Não tem essa de modelo moderno ou velho, não é um embate de novos x velhos. O 4-3-3 existe desde sempre. Agora, é só uma forma de jogo que vem sendo implantada em outros países, mas ninguém quer dizer que os modelos anteriores são ultrapassados. O que eles querem é chegar no ataque ganhando espaços, terreno, posições.
  • Esse modelo privilegia o drible, o um contra um. Isso vai ter que ser trabalhado, melhorado e dará certo.
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