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Uma virtude que fez toda diferença para o Thonny Anderson

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Lucas Uebel/Grêmio

Ouvi há pouco uma entrevista do Thonny Anderson para o Kalwyn Corrêa, na Rádio Grenal.

Chamou atenção uma declaração dele dizendo que estava no banco de reservas e imaginando o que faria se entrasse no jogo contra o Ceará.

Parece simples, mas faz toda a diferença. O cara sabia que poderia entrar a qualquer momento e fez a leitura correta dos movimentos que era preciso para marcar o gol logo de cara.

O próprio Thonny admitiu na entrevista que 90% do gol foi do Everton, mas o fato de estar ligado mesmo antes de entrar na partida ajuda muito.

Outro ponto legal é que o cara não fez crise dizendo que precisa ser titular. Em seu primeiro ano como profissional, tá feliz só de ser uma peça no elenco do Renato.

Por fim, ficou claro na entrevista que, mesmo jogando como um falso 9, ele quer é ser meia.

Não há problema em ajudar no ataque, mas Thonny confessou que é difícil jogar de centroavante porque os zagueiros são muito fortes e o bicho pega por ali, jogando de costas para o gol.

Deu para perceber que ser meia e sair jogando com a bola dominada de trás, como meio-campo, é o que ele mais gosta.

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