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Grêmio

Roger conta como descobriu Biel, Campaz tem chance de voltar e Bitello volante desce atravessado

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Resumo da coletiva do Roger após vencer o CRB:

  • Conheceu o Biel jogando no Sub-23 do Fluminense. Eles fizeram algumas partidas do Carioca. Após a participação, pediu que ele permanecesse no elenco principal do Flu. Viu nele um atacante de intensidade altíssima e que foi seu titular enquanto estava lá. É um cara que tá na bola toda hora, faz pressão alta e consegue aguentar a marcação, tem força, mesmo sendo magrinho.
  • Elias vive um bom momento, por isso foi titular. Só que também teve a estratégia de jogo. Ele sabia que o CRB não jogaria fechado. Então, optou pelo Elias. Em jogos que o adversário for mais fechado, Campaz jogará. Por ser meia, ele controla a bola e acha soluções diferentes.
  • Pensa que o gol anulado do Elias estava regular e que o Nicolas não merecia expulsão. No mínimo, o árbitro poderia ter ido no VAR.
  • Não acredita que o time aprendeu a jogar a Série B. O único jogo que eles perderam foi uma tragédia, que o Grêmio merecia ter vencido. O mesmo vale para a análise do jogo contra a Ponte. Poderia ter vencido. Considerou injustos os resultados.
  • Na semana que perderam contra a Chape e todo mundo queria que “tudo acabasse”, quem segurou as pontas elevando a auto estima, foram os jogadores mais velhos. É isso que ele fala de aliar juventude jogadores mais velhos.
  • Contou que, na preleção, falou para os jogadores do banco que eles tem que estar preparados. Na hora que ele precisar, quem for escolhido vai ter que entrar no jogo e resolver. E vai ter 10 minutos para isso. Não adianta achar que terá dois ou três jogos. Quem tá no banco tem que saber que terá pouco tempo e, se for bem, vai conquistar mais minutos na próxima partida. É assim que funciona.
  • Chamar o Bitello de volante desce atravessado. Falou em dar a camisa 10 para ele, porque dai, talvez, o enxerguem como meia.
  • Roger contou que, quando foi treinar no CT do Athletico, um ex-treinador do Bitello apareceu e eles trocaram ideia. O antigo treinador disse que, com ele, Bitello jogava de ponta direita, esquerda, centroavante. E Roger rebateu dizendo que, aqui no Sul, chamam ele de volante. Roger pediu para se olhar diferente futebol, que Bitello é seu meia.
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