Grêmio
Os pontos muito preocupantes que estão aparecendo no Grêmio do Luís Castro
- Bom não foi. Nem o resultado e nem a atuação. Eu sei que é Gauchão, mas a avaliação do nível de futebol também não foi das mais animadoras.
- Luís Castro colocou o time titular em campo. Mas o que vimos foi um time extremamente lento dentro de campo, parecia até primeira partida da temporada, sabe? Aqueles jogos que tá todo mundo com a perna pesada.
- Aliás, esse é um ponto. Todos que saíam pareciam exaustos. Iam pro banco fazer gelo. Arthur, de novo, parecia exaurido dentro do gramado. Confesso que fiquei refletindo sobre a preparação física desses caras. Pode ser que seja um trabalho a longo prazo e as coisas melhorem depois, mas hoje não tá legal.
- No primeiro tempo, a melhor jogada foi com Willian tendo uma solução individual, cruzando uma bola na cabeça do Tetê, que fez o gol. É verdade que o Juventude estava fazendo linha de cinco na defesa e isso prejudica. Porém, até aquele momento, o máximo que se via eram finalizações de longe, sem perigo algum pro Jandrei, do Ju.
- No intervalo, Luís Castro tirou Wilian e colocou o Jeffinho. Ainda não sei se o Willian não tinha condições ou foi opção tática mesmo. De qualquer forma, não melhorou muito.
- Quer dizer, acabou piorando. O Juventude começou a marcar lá em cima e aí, sim, o Grêmio se complicou. Conseguiram um gol nas costas do João Pedro, onde mais uma vez a linha de defesa do Grêmio estava desajustada. Mais uma vez a defesa se abriu. Meio inacreditável, inclusive. Como é uma linha falha.
- Como resposta, Castro tira João Pedro, que saiu vaiado, colocou Enamorado e o Pavón virou lateral-direito.
- Enamorado entrou e quase nada fez. Finalizou fraquinho na chance que teve e fez uma simulação ridícula ao tentar cavar um pênalti inexplicavelmente. Cheguei a ir no Google ver se usam o VAR no Colombianão. Só isso explicaria algo tão sem noção. Levou amarelo justo.
- E olha que o Juventude quase meteu mais um. Aos 29, em uma falta, três caras do Juventude entraram livres. Poderiam ter virado.
- Nem a justa expulsão do Léo Índio, que agrediu o Arthur sem bola, melhorou. Pois foi aí que o Juventude se fechou e o Grêmio só no desespero.
- O Luís Castro abriu o time, tirou o Dodi e colocou o André Henrique. É aquela história, pode ser aqui ou na Europa, tem horas que tu faz o mesmo lance de desespero que o Felipão fazia na década de 90, tirando volante e metendo um grande na área pra ver se algo acontece. O problema é que estamos vendo isso contra o Juventude, em semifinal de Gauchão, né?
- Sobre individualidades, tem algumas considerações. Viery jogou de zagueiro. Pode ser uma chance boa pro garoto, mas indica que o Kannemann não tem moral com o treinador mesmo.
- Outra, Mec entrou e não conseguiu produzir. Eu tenho a nítida sensação de que o Mec tá querendo mostrar que é diferente, corresponder a expectativa criada, e acaba se atrapalhando. Seja quando faz uma falta desnecessária no ataque ou corta luz sem ver se o colega tá ali pra receber a bola.
- Mesmo o Tetê que fez o gol, não teve destaque. Nem sequer Arthur. Bem apagado.
- Enfim, um jogo preocupante do Grêmio. No próximo domingo, o Juventude joga em casa e com a moral de um bom resultado na Arena. Só que, acima de tudo, a atuação não é animadora.
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