Entre pro time

Grêmio

O pedido de Kannemann para renovar e o sumiço do presidente após primeira reunião

Publicado

em

Lucas Uebel/Grêmio

Eu já falei aqui que o presidente Alberto Guerra teve uma primeira reunião com o empresário do Kannemann. A conversa foi no domingo depois da eleição.

No papo, Guerra perguntou para o representante sobre quais condição de negócio ele imaginava e a resposta foi que o argentino desejava manter o salário atual, de R$ 1,1 milhão, e estendendo o vínculo por quatro anos. Sim, o sonho dele seria ter contrato longo para até pensar em encerrar a carreira aqui. Afinal, estaria com 35 anos ao final deste novo acordo pedido.

O presidente ouviu isso e pediu um prazo para responder com uma contraproposta. Só que ninguém do Grêmio procurou eles após isso. O prazo já passou há quatro dias e nada de voltar a conversar. Por conta disso, tanto o zagueiro quanto seu empresário estão na imprensa passando informações e mostrando o lado deles, que sequer está tendo negociação por parte da direção. Ouviram uma vez e sumiram.

Kannemann acredita que merece renovar pelo mesmo salário porque já fez muito pelo clube. Mesmo assim, seu representante garante que tá disposto a pelo menos sentar e conversar sobre uma condição diferente no contrato.

O que não entendem é o sumiço dos dirigentes. Tanto é, que Kannemann entrou no ar na live do Duda Garbi e disse claramente que sua única certeza é que vai voltar aos treinos em dezembro e treinar até o último dia deste ano. Depois, não sabe de nada.

Ainda ouvindo o lado do atleta, a informação que passam é que Boca, Racing e Lanús o procuraram. A proposta do Boca é a melhor, que chega mais perto do ganho atual. Porém, a preferência, é claro, seria pela renovação aqui.

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Destaque