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O modelo europeu que Júlio César aprendeu e pode ajudar o Grêmio

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Lucas Uebel/Grêmio

Na coletiva desta tarde, o goleiro Júlio César explicou que evoluiu muito nos quase sete anos em que passou pela Europa.

Só que eu quero destacar esta frase dele na entrevista:

“Acho que o que mais evolui foi a questão de jogar com os pés e jogar como líbero. Acho que isso me ajudou muito. É algo que tá chegando no Brasil agora, este futebol moderno, que o goleiro tem que fazer a sobra, jogar com os pés quando necessário e dar uma linha de passe, quando possível.”

Vamos combinar que o próprio Grohe, por melhor que fosse, não tinha essa habilidade toda com os pés. No final, até melhorou, mas não era seu forte.

Júlio contou que no Benfica também existia algo bem parecido com o que tá acontecendo com ele e o Paulo Victor. Existia um rodízio de goleiros para que todos estejam bem.

Pra quem não sabe, mesmo natural aqui de Guaramirim, Santa Catarina, ele surgiu no Botafogo e, com apenas 19 anos, para o Beleneneses, de Portugal.

Um ano depois, estava no Benfica, onde fez três temporadas e depois teve passagens por Granada e Getafe, na Espanha.

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Dá uma olhada no meu canal no YouTube ai:

Setorista da dupla Gre-Nal. Torcedor do Tottenham e do Real Madrid. Fã de futebol inglês.

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