Grêmio
O bastidor por trás da venda perdida do Ferreira e a multa de R$ 35 milhões do Grêmio na Espanha
Eduardo Garbardo postou em sua coluna no site GaúchaZH que o Grêmio recebeu e teve que recusar uma proposta do Celta de Vigo por Ferreira. E o motivo da recusa foi uma insegurança que existe do valor ser retido pelo fisco espanhol por conta de uma multa que estão querendo aplicar no clube desde a venda do Arthur para o Barcelona.
Sim, em resumo, o Celta fez uma proposta, no último dia da janela de janeiro, para levar o Ferreira. Eles pagariam 500 mil euros por um empréstimo de seis meses e colocaram cláusula de compra obrigatória na metade do ano por mais 6,5 milhões de euros. Na prática, seria uma venda parcelada, que chegaria a 7 milhões de euros (R$ 38 milhões).
O Grêmio ficou tentado a fazer a venda, mas recuou. O motivo? Um tempo depois da venda do Arthur para o Barça por 30 milhões de euros, o fisco espanhol começou a cobrar o Grêmio a pagar impostos da operação na Espanha. Mais, querem cobrar uma multa de incríveis R$ 35 milhões porque alegam que estes impostos não foram pagos.
Esse assunto não é novo. Desde dezembro de 2021, ja vazou na imprensa que existe esse problema. E faz dois anos que tem esse adendo no balanço do clube, informando sobre o fato. Ninguém foi surpreendido com nada. Até porque, desde então, advogados foram contratados tanto aqui como lá para cuidar e tentar resolver o assunto.
Existe um embate judicial do Grêmio com o fisco da Espanha. Afinal, o Grêmio sustenta que não existe fazer essa cobrança. Um clube brasileiro, que recebe valores no Brasil, tem que pagar impostos para o governo brasileiro e não para o governo espanhol. Quem paga impostos em terras espanholas é o Barcelona, não o Grêmio.
Em todas as vendas até o momento, o Grêmio sempre pagou seus impostos para o governo brasileiro, jamais para o país de onde o jogador foi vendido.
Uma tentativa administrativa foi feita e não teve resultado. Por isso, o embate foi para a justiça. Nos Tribunais, os advogados tem certeza que irão vencer. Afinal, é um tanto quanto diferente a Espanha cobrar impostos do Grêmio, que tá sediado no Brasil.
Porém, como existe o embate, que acontece desde 2020 e tem grande chance de ter veredito em 2023, a atual direção ficou com receio de ter a grana retina lá.
Esse é o problema.
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