Grêmio
As trocas e evoluções que Luís Castro conseguiu no Grêmio
- O Grêmio ainda não conseguiu jogar o futebol que precisa, mas pelo menos venceu. E, morando nesse estado, sabendo que tem Gre-Nal da decisão onde o Inter tá na zona de rebaixamento, o Grêmio pega o elevador e vai pra parte de cima da tabela. Isso faz diferença.
- Luis Castro mudou o time mais uma vez. Primeiro que voltou a trocar a dupla de zaga. Foi com Gustavo Martins e Viery na zaga. Tá claro que o Kannemann não é da preferência dele. Pode ser líder e tudo mais, mas não é titular. E o Viery falhou no gol do Galo. Deixou a bola quicar e se complicou. Erro dele. O segundo consecutivo.
- Depois, foi a chance de ver o Pavón de lateral titular, do Nardoni no meio e o Mec começando como meia também. Aliás, até o Enamorado ganhou chance como titular na direita.
- Luís Castro é prático, quem foi bem na partida anterior, ganha vaga no time titular. Quem vai mal, acaba perdendo espaço. Prevejo que mudanças devem ser rotina. Não tem muita enrolação.
- Dito isso, qualquer avaliação da partida passa pela expulsão do lateral do Galo. Justa expulsão, não se contesta isso. Apenas relato que muda o cenário de avaliação se, por exemplo, o Pavón iria bem na marcação ali do lado, por exemplo.
- Mas é óbvio que a gente pode ver coisas boas. O Nardoni é um cara de muito combate no meio-campo e ajudou o Noriega no setor. Correu um risco gigante aos 5 min quando poderia até ser expulso pela chegada.
- Penso que faltou criatividade porque o Grêmio sente a falta do Arthur. Isso é nítido. Ainda é um problema.
- Por outro lado, foi ótimo ver o Mec em campo. A meta tem que ser dar chance pro guri. O fato dele ser ambidestro chama muita atenção. Não importa o lado que a bola vem, ele sabe dar sequência nas jogadas. Bem relevante isso, hein? E não é só isso. Ele tenta a jogada. Por vezes, até demais. Só que o cara tenta. Quando começar a encaixar, pode brilhar como a gente projeta a carreira dele.
- Um ponto a ver aqui é que, mesmo com Mec, que seria mais meia do que volante, Castro fez quase um tripé no meio-campo. Afinal, Noriega era o primeiro volante, Mec jogou mais na direita e o Nardoni mais na esquerda. Teve um tripézinho ali, sim. Tanto que o Dodi entrou na do Mec, no segundo tempo.
- Enfim, Luís Castro tem um caminho a percorrer e tenho certeza que ele sabe disso. As trocas constantes me parecem um indício disso são as mudanças de jogadores afim de buscar uma melhor formação. Agora, as coisas estão evoluindo, isso é inegável.
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